seca severa

O IPMA refere que se verificou “no final do mês de maio, em relação ao final de abril, uma diminuição significativa dos valores de percentagem de água no solo em todo o território”. No Alentejo, as consequências da seca severa já são visíveis na quebra de produção de cereais para grão e nas produções forrageiras, tal como refere Rui Garrido. O presidente da Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) deixa claro, ainda, que os problemas não se manifestam apenas ao nível do sequeiro, porque no caso do regadio, devido ao facto, das reservas hídricas terem sido nulas, o preço da água, para quem quiser regar e tiver de recorrer ao Alqueva vai sair mais caro.

Mas a principal preocupação será, segundo Rui Garrido, o abeberamento do gado e neste caso, frisa, é preciso lembrar que há medidas que urgem ser implementadas, entre elas a antecipação das ajudas e a agilização de processos para a realização de furos e charcas.


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