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No comunicado é ainda afirmado que “num País mediterrânico, em que a carne de bovino integra a sua dieta tradicional, a decisão do Reitor da Universidade de Coimbra contraria tudo o que se poderia esperar de uma instituição académica: assenta num fundamentalismo fanático, sem qualquer base científica, e pretende impedir a escolha dos alunos, professores e funcionários, numa perspectiva de liberdade individual e responsável pelos seus comportamentos”.

A Aliança afirma que, pelo facto de estarmos em pré-campanha, “se o Reitor da Universidade de Coimbra tem alguma agenda política escondida, fazendo uso da sua posição para interferir na disputa eleitoral” porque considera que “a forma pronta, e quase simultânea, como o PAN veio publicamente congratular-se com este anúncio adensa esta dúvida!”.

Na nota de imprensa a Aliança reforça a sua “determinação na apresentação de politicas que conduzam à neutralidade carbónica de Portugal, mas está ciente que isso apenas poderá ser feito em conjunto com os agricultores, sobretudo os que desenvolvem a sua actividade diária em extensivo e introduzem práticas e culturas para, de forma duradora, se aprisionar um volume de carbono mensurável na redução da pegada ecológica”.

Para a Aliança, “o prestígio de uma instituição como a Universidade de Coimbra não pode ser posto em causa por alguém que, não demonstrando qualquer respeito pelos agricultores portugueses, se permite usar a função que desempenha para lançar um infundado alarme sobre o consumo de um produto de excelência como é a carne de bovino”.



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