agricultura familiar
Segundo a CNA, pelo segundo ano consecutivo, a campanha de recepção ficou negativamente marcada pelas injustas imposições fiscais introduzidas já no orçamento de estado de 2013 mas cujo prazo foi sendo adiado até ser fixado, agora, em 30 de Abril passado.

Nestas duas últimas campanhas, é superior a 16 mil a redução de candidaturas dos Agricultores aos pagamentos da PAC e neste ano, só no continente, a redução do número de candidaturas é superior a 10 mil. São, para a CNA, números muito preocupantes já que a actual campanha vai servir de referência para a atribuição das ajudas para os próximos 7 anos, portanto até 2020.

Ainda de acordo com o documento poderia ter sido evitada esta grande redução do número de candidaturas apresentadas pelos agricultores portugueses aos pagamentos da PAC, se o ministério da Agricultura e o Governo tivessem ouvido as propostas da CNA.

Assim, a CNA responsabiliza o ministério e o Governo por mais esta "machadada" nos pequenos e médios agricultores portugueses e reclama que ainda sejam tomadas medidas para reintegrar estes agricultores no sistema destes pagamentos, começando desde logo pela anulação das imposições fiscais introduzidas no Orçamento de Estado.

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