Mário Simões

Em cima da mesa estiveram vários assuntos ligados ao setor e nas principais preocupações transmitidas destacaram-se a falta de financiamento da caça, a ausência de investigação científica e a dificuldade na articulação entre os três Ministérios, o do Ambiente, Agricultura e Administração Interna, que tutelam o sector cinegético.

As entidades ouvidas por Mário Simões alertaram também para perda massiva de caçadores e para a discriminação negativa de que dizem ser alvo. Mário Simões inteirou-se ainda, do trabalho desenvolvido na Escola Nacional, no que diz respeito à formação e sensibilização dos caçadores quanto à implementação de boas práticas e ao rastreio de doenças.

A Federação de Caçadores do Alentejo manifestou a sua satisfação pela reintrodução do lince no Vale do Guadiana, mas não deixou de manifestar a sua estranheza pelo facto da monitorização deste programa bem como o que está enquadrado no programa do "SOS Coelho" ter sido entregue à Federação de Caçadores do Algarve.

Mário Simões, defensor desta atividade, manifestou a sua intenção de questionar a tutela sobre as várias preocupações que recebeu e vai propor a criação do Conselho Nacional Cinegético e de um Conselho Cientifico.


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