EMAS

Desta forma, a EMAS de Beja frisa que “continua a responder positivamente aos novos desafios em setores que permitam antecipar a sua intervenção em áreas fundamentais como a economia circular e as alterações climáticas”.

“O projeto “TransForCE é prova disso mesmo”, diz a EMAS e “nesta candidatura ao Programa de financiamento do Horizonte 2020 estão reunidas 20 entidades de todo o mundo, formando um consórcio internacional”.

O consórcio “pretende agregar conhecimento científico, académico e de gestão, para o desenvolvimento de estratégias e soluções inovadoras para a transição da economia circular aplicada à gestão sustentável das águas residuais”.

Além da EMAS de Beja, estão presentes neste consórcio, “vários parceiros europeus da Alemanha, Holanda, Espanha, Bélgica e Suécia, mas também de fora da Europa, com destaque para África do Sul e Etiópia”.

Rui Marreiros, administrador executivo da EMAS de Beja, realça que a empresa municipal entrou neste consórcio pela sua experiência em termos operacionais.

Segundo Rui Marreiros é um orgulho e, sobretudo, um desafio a EMAS de Beja integrar este consórcio. O administrador executivo da Empresa Municipal de Água e Saneamento de Beja sublinha que as águas residuais, hoje, são vistas como uma matéria-prima que tem que ser valorizada, utilizada e reutilizada em novas soluções.

Segundo a EMAS de Beja, “um dos principais pontos fortes do TransForCE é a diversidade e experiência dos parceiros envolvidos e das práticas utilizadas no saneamento de águas residuais orientados para uma economia circular”.

“Os objetivos do consórcio “TransForCE” estão alinhados com as estratégias da Comissão Europeia para o desenvolvimento sustentável e um dos maiores desafios consiste em promover investimentos e executar projetos destinados a valorizar as águas residuais, através da produção de soluções inovadoras, no âmbito de estratégias orientadas de economia circular de base biológica nas zonas urbanas”.


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