Beja Merece +

Recorde-se que o Beja Merece+, e a comitiva que o acompanhou, defendeu, em Bruxelas, a ligação ferroviária Casa Branca/Beja/Funcheira, acessibilidades rodoviárias que permitam a ligação a Sines/Ferreira do Alentejo/Beja/Serpa/Ficalho e melhorias no estado da saúde, assim como a 2ª fase das obras do Hospital da cidade. Estas são “justas” reivindicações e a Europa abriu as suas portas à região com “novas janelas de oportunidade para o desejado desenvolvimento” que agora é preciso agarrar, sabendo corresponder aos anseios de todos e ultrapassando as burocracias nacionais. Daqui para a frente é para assumir o trabalho que não foi feito até agora, juntando-nos às outras regiões e aproveitando os apoios que podem ajudar o território a progredir. As declarações são de Élio Bernardino, do Beja Merece+.

Esta é uma fase diferente de reivindicação e de exigência, mas que pode assegurar bons resultados, avançou António Barahona, do Beja Merece+, ao frisar que com a ida a Bruxelas foi possível aos parlamentares perceberem as necessidades da região.

O principal objetivo da reunião magna realizada ontem foi o de ouvir a população, receber os seus contributos e foram muitos os que foram partilhados. Agora é pensar o que se pode fazer e avançar com candidaturas regionais diretamente aos decisores europeus, tentando assim ganhar tempo e benefícios para o território. As palavras são de Florival Baiôa, que fez o balanço da reunião que juntou a população num propósito comum, o desenvolvimento da região.


Comente esta notícia

Parece que finalmente temos boas noticias, não será fácil mas não desistimos, pelo Alqueva esperámos mais de 40 anos. Gostei das candidaturas regionais diretamente a Bruxelas!

Madalena Espinho

13/12/2019

Estamos falar mais forte sobre a reduzir do trafégo rodoviário para a apostar o crescimento do trafégo ferroviário, para a ligação entre a Sines e o aeroporto de Beja a continuas o PCP queres a construção da rodoviária de IP8 ou A16 até a Beja e não a reconstrução e a inovação de linha ferroviária para a Beja em dois fluxos de passageiros e de mercadorias para o aeroporto e a cidade. É a criticava está no movimento mundial a favor de menos trafégo dos automóveis e dos camiões e de maior trafégo dos transportes coletivos entre o comboio mais de 50 quilómetros e o autocarro ou eletrico menos de 70 quilómetros.

Cláudio Carneiro

12/12/2019