azeitona (foto tirada do blog Terramanhada)

No comunicado pode lêr-se que, “a Olivum condena o funcionamento de postos de receção de azeitona de carácter duvidoso, que aceitam todo o tipo de azeitona, muitas vezes sem documentação e de proveniência duvidosa, uma situação denunciada por vários dos Olivicultores associados”.

Perante esta situação, “a Olivum alerta para a urgência de atuação das diversas Entidades competentes nos postos de receção, assegurando que atuam de forma legal e cumprem os requisitos exigidos, assegurando o controlo da documentação e guias de transporte com identificação da proveniência do produto, conforme são cumpridos pelos olivicultores que representam”.

“Na presente campanha”, recorda a Associação de Olivicultores do Sul, “voltaram a ocorrer diversos roubos de azeitona no campo, uma situação que a Olivum volta a condenar e alertar para a necessidade das entidades competentes agirem de forma eficaz”.

“Entrando, agora, numa fase de fim de campanha, de aumento de desemprego, continua a aumentar a preocupação e o clima de insegurança. Os roubos tendem a aumentar onde ainda decorre a colheita e urge atuar sobre as situações infratoras”.

"Muitos dos associados da Olivum, que representam mais de 32 mil hectares de Olival no Alentejo, sentem que o setor é ameaçado quando se deparam com situações de roubo nas suas herdades, favorecidos pela existência de empresas que aceitam toda a azeitona mesmo que de origem duvidosa".

A Olivum sublinha que “só controlando corretamente a documentação e entrega da azeitona nos postos de receção e lagares é que será possível fazer parar os roubos, que surgem como consequência destas infrações”. 


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