Assembleia Intermunicipal

A ordem de trabalhos da Assembleia Intermunicipal comtemplava a revisão das Grandes Opções do Plano e Orçamento, Organigrama e Mapa de Pessoal para 2015. Mas, foi no ponto em que se propunha analisar a deliberação do Conselho Intermunicipal, que deliberou sobre a aceitação da universalidade dos bens da Assembleia Distrital, que o debate aqueceu.

Do lado da bancada socialista os argumentos eram no sentido de forçar a Câmara de Beja a aceitar os bens da Assembleia Distrital. Do lado da CDU a defesa que a solução passa, para já para a integração de todo o património e trabalhadores no seio da CIMBAL.

Jorge Rosa, em nome da bancada do PS, defendeu que a CIMBAL não tem condições para receber os trabalhadores e para gerir o Museu, realçando que também esta instituição tem muitas vezes dificuldades em pagar os salários aos seus trabalhadores. O eleito socialista entende que o que esteve em causa neste processo, por parte dos eleitos da CDU, foi o de fazer um favor à Câmara de Beja, reconhecendo que no passado recente, também alguns dos eleitos socialistas, assumiram posição de defesa do executivo bejense liderado por Pulido Valente.

Rodeia Machado, em nome dos eleitos da CDU, considera que é uma má decisão do Partido Socialista e que o PS tem de assumir a responsabilidade por não ter querido resolver a situação dos trabalhadores. O eleito da CDU acusa o PS de querer impor à Câmara de Beja uma situação que esta já disse não poder para já assumir, não descartando, citando João Rocha, que o venha a fazer no futuro.

João Rocha, presidente do Conselho Intermunicipal, garantiu que a integração dos trabalhadores na CIMBAL está decidida e que, mesmo sem a aprovação dos documentos, esta terá de encontrar uma solução administrativa que permita assegurar os vencimentos dos trabalhadores.

O Presidente da Mesa da Assembleia Intermunicipal vai comunicar ao Governo a reprovação dos documentos.


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É de lamentar que profissionais competentíssimos como são estas pessoas, que estejam a ser alvo desta luta de comadres a que chamam política! Como cidadão, que já está farto desta forma de fazer política, aconselhava os senhores políticos a resolver a situação profissional destas pessoas e atribuir-lhe o mérito que eles merecem

Manuel Salvador Dias

30/11/-0001