FOTO ÁGUA

Consideram os socialistas que o ponto central da proposta não é melhoria dos serviços, a sustentabilidade do sistema ou a baixa do tarifário, mas a criação de um novo lugar de administrador executivo remunerado.

Segundo os socialistas não há necessidade de mais nenhum administrador executivo, pois não há falhas executivas e o custo elevado que terá esta opção, encargos anuais superiores a 200 mil euros, leva a encarecer a tarifa, e por conseguinte, a fazer com que o consumidor tenha que pagar mais.

Ainda de acordo com o PS, os Baixo Alentejanos não têm de pagar um novo administrador por motivações político-partidárias, por isso, nas reuniões do Conselho Executivo e da Assembleia Intermunicipal da AMGAP, os representantes socialistas votaram contra a proposta aprovada pela maioria CDU, tendo em vista uma reorganização dos corpos sociais. 

O PS decidiu mesmo apresentar uma declaração de voto e Jorge Rosa, vice-presidente da Federação do Baixo Alentejo, explica porque estão os socialistas contra esta proposta:

Jorge Rosa disse, igualmente, que a sete meses das autárquicas tomar uma decisão como esta condiciona a vida dos próximos autarcas, que não há incremento de trabalho que o justifique e que há ainda, a questão partidária,

Vítor Proença, presidente do Conselho Executivo da AMGAP, afirma que o comunicado do PS é uma mentira e uma trapalhada de quem não sabe o que está em causa e garante que aquilo que foi aprovado não tem nada a ver com alterações nos corpos sociais da associação. 

Vítor Proença, explica ainda aquilo que foi aprovado.




Comente esta notícia