marcas violentas
Três adolescentes são levados ao limite em experiências que lhes marcaram a forma de ver Mundo. Histórias aparentemente diferentes, mas com consequências iguais.

Relacionamentos que começaram por ser um conto de fadas e depressa se tornaram num pesadelo que transformou as suas vidas e dos que a rodeiam. Poderá haver perdão? Poderá haver alguma forma de compreender o que correu mal? E as marcas ficam para sempre? Curam? Apagam-se? Fechados nos quartos os três adolescentes vão levar-nos numa descida ao terror de viver um namoro que nunca devia ter existido. Uma peça que é um alerta e um aviso para tantos adolescentes que passam pelo mesmo tipo de experiência. Porque namorar não é magoar.

Trata-se de uma peça organizada pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Beja que surge no âmbito das comemorações do Mês de Prevenção dos Maus Tratos.

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