Testamento Vital

Os trabalhos decorrem, a partir das 19.00 horas, no auditório da Biblioteca Municipal José Saramago e contam com as presenças de Eva Dias Costa, da Associação Portuguesa de Bioética, Catarina Pazes, enfermeira da Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos “Beja +” e Cristina Galvão, médica e coordenadora da Equipa “Beja+”.

Em Portugal, o SNS-Sistema Nacional de Saúde debate-se, à semelhança de outros países europeus, com o desafio do aumento significativo da esperança média de vida, levando a um aumento da população idosa e do número de mortes durante o século XXI. São estimadas 153.600 mortes em 2060, comparativamente com 104.343 em 2009. As questões relativas ao fim de vida têm merecido discussão e reflexão na sociedade portuguesa, um dos temas que levou a essa situação prende-se com a criação em 2014, do Registo Nacional do Testamento Vital.

Os objectivos da conferência foram traçados, à Voz da Planície, por Catarina Pazes que adianta ainda que são várias as conferências que estão a decorrer em diversos pontos do País sobre estas questões do Testamento Vital e das Directivas Antecipadas de Vontade.

Catarina Pazes considera que, esta é uma reflexão premente, porque as pessoas têm que conhecer aquilo a que têm direito e reconhece que o Testamento Vital é uma “ferramenta legal” ainda pouco conhecida e pouco usada por isso a importância do esclarecimento.

Para Catarina Pazes, estamos pouco habituados a participar activamente nas decisões sobre a nossa situação de saúde e explica que Testamento Vital ou Directivas Antecipadas de Vontade são a mesma coisa.



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