Os autarcas socialistas do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral reuniram-se, em Grândola, para analisar questões relacionadas com a região. Em cima da mesa esteve, entre outras matérias, o Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT) do Alentejo.
“Os autarcas socialistas consideram que a versão final do PROT - Alentejo, para submeter a Conselho de Ministros, não serve os interesses do desenvolvimento da região, chegando mesmo a ser contraditória com o programa do Governo. Neste documento não constam a generalidade das sugestões e contributos prestados. Gerar mais e melhores oportunidades de desenvolvimento é necessário para o Alentejo vingar e não é isso que se nota no documento final do PROT”, as declarações são de Carlos Beato, presidente da Câmara Municipal de Grândola e porta-voz dos autarcas presentes na reunião.
Opinião diferente tem a Associação Nacional de Conservação da Natureza (Quercus) que também acompanhou a discussão do PROT – Alentejo e que votou a favor da versão final. José Janelas, da Quercus, explicou a tendência de voto desta Associação, acrescentando contudo, que “foram apontadas algumas ressalvas”. Seja como for este responsável da Associação Nacional de Conservação da Natureza diz que “no documento final do PROT – Alentejo estão salvaguardados os interesses naturais, nomeadamente os da rede natura 2000 e garantidos os diferentes corredores ecológicos nela incluídos. Pressupostos que nos parecem fundamentais, principalmente se tivermos em atenção que 2010 é o ano da biodiversidade”.






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