Ficaram em prisão preventiva os dois indivíduos de nacionalidade brasileira, detidos na quinta-feira em Santo Aleixo da Restauração, na sequência de dois assaltos pelo método de carjcking, o primeiro dos quais ocorrido no dia anterior perto de Barrancos.
Os dois indivíduos são acusados dos crimes de homicídio de forma tentada, roubo, roubo tentado e posse arma proibida tendo sido ouvidos ao longo de seis horas no Tribunal de Moura. O interrogatório aos dois homens, que são familiares, primos em primeiro grau, terminou às 21 horas e 40 minutos depois davam entrada no Estabelecimento Prisional Regional de Beja, onde vão aguardar julgamento.
Quanto ao terceiro dos assaltantes, morto num segundo confronto de tiroteio com a GNR, foi ontem (6ª feira) autopsiado nas instalações da Delegação de Beja do Instituto de Medicina Legal, como “desconhecido” em virtude não ter documentação.
Posteriormente e segundo apurou a Voz da Planície, foi possível descobrir a sua identificação, sendo dado como em situação ilegal no nosso País.
Quanto aos dois outros integrantes do grupo, já que o mesmo era composto por cinco elementos, todos de nacionalidade brasileira, continuam a monte. O Major José Candeias, Relações Públicas da GNR de Beja, assegurou à Voz da Planície, que “todo o dispositivo está no terreno”, mantendo o empenho de capturar os dois homens o mais rápido possível, para “garantir a segurança das populações”, rematou.
Recorde-se que na quarta-feira o grupo tentou roubar, por carjcking, uma viatura a uma professora a 7 quilómetros de Barrancos, em plena EN 258, a que se seguiu um tiroteio com a GNR, encetando depois a fuga. Na manhã do dia seguinte, roubaram pelo mesmo método uma carrinha de caixa aberta acabando por ser surpreendidos pela guarda e n troca de tiro, um dos assaltantes morreu, os outros dois ficaram feridos e foram detidos, enquanto os dois restantes conseguiram escapar.
O Major Candeias, ressalvou à Voz da Planície, que os militares da GNR envolvidos na operação “têm acompanhamento psicológico e que lhes será garantido apoio jurídico”, lembrando que será aberta uma investigação pela IGAI, tal como a lei determina.
Teixeira Correia









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