As declarações de Jorge Pulido Valente, presidente da edilidade e vogal do Conselho Executivo da Associação de Municípios para a Gestão do Ambiente, proferidas na passada quinta-feira, de que a AMALGA e a Resialentejo “teriam que devolver a Bruxelas um milhão de euros de apoios comunitários, por falha da anterior equipa de gestão”, levaram à emissão de uma nota de imprensa, por estas duas entidades, onde fazem alguns esclarecimentos sobre as afirmações públicas do autarca e gestor da instituição.
António João Colaço, presidente do Conselho Executivo, desmente as palavras de Pulido Valente e garante que “a AMALGA ou a Resialentejo não têm que fazer qualquer devolução de verbas a Bruxelas”, reconhecendo que houve outro processo em que foram devolvidos “mais se 600 mil euros”, mas, que resultou do “início do projecto, não por erros de gestão, mas, por impossibilidade de fraccionamento do mesmo”.
O presidente da AMALGA, afirma que a Resialentejo “não tem problemas financeiros” e que está dependente dos pagamentos dos municípios, mas “tem uma vida saudável”.
Recorde-se que a propósito da existência de municípios que “não pagam as comparticipações dos investimentos”, Jorge Pulido Valente tem o entendimento de que “é necessário” procurar “um parceiro privado”, para viabilizar a associação e a empresa, situação que não foi abordada no documento emitido pela AMALGA e a Resialentejo.
Teixeira Correia






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