Partido Comunista Português
Nesse sentido, os comunistas deixam mesmo um apelo à resistência e à luta contra esta tentativa agora "encapotada".

Manuel Valente, da DRA do PCP, afirma que há muito que o seu partido tem uma posição assumida sobre esta questão, nomeadamente o facto de haver áreas fundamentais que têm que ser assumidas pelo Poder Central. Ainda segundo, Manuel Valente, no essencial as autarquias não precisam de mais competências, precisam é de mais meios para assumir as que já têm e que, o Governo cumpra a Lei das Finanças Locais, o que não tem acontecido penalizando, desta forma, o poder local.

Na reunião da DRA, foi também manifestada preocupação relativamente ao olival intensivo e super-intensivo. Manuel Valente garante que o PCP não quer colocar em causa o olival e o azeite que é produzido no Alentejo, mas existe preocupação relativamente ao futuro por causa da utilização intensiva dos solos. Manuel Valente reforça a ideia que o Alentejo tem todas as condições para ter uma agricultura diversificada.

Neste capítulo, PCP chama ainda a atenção para o o recurso a trabalho precário e mão-de-obra barata, um cenário que, afirma, também é uma realidade no sector do turismo mesmo registando a esta altura um incremento.

A  DRA do PCP apela aos membros do partido, aos activistas, aos democratas e patriotas alentejanos para que no quadro do apelo lançado pelo movimento AMALENTEJO, na sequência do seu Congresso, se empenhem na recolha de assinaturas com vista à petição dirigida à Assembleia da República, para a criação da Comunidade Regional do Alentejo.

A DRA do PCP, apela ainda a todos os militantes que se empenhem na concretização da segunda fase da campanha "Mais direitos-Mais Futuro-Não à precariedade!", na Acção Nacional de Esclarecimento que decorre, a partir de hoje e até 15 de Outubro.

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