aljustrel mina
O protesto que surge, por melhores salários, horários e condições de segurança no trabalho, abrange todos os trabalhadores nomeadamente os da empresa concessionária das minas, a Almina-Minas do Alentejo, e das outras duas empresas que prestam serviços no complexo mineiro, a EPDM-Empresa de Perfuração e Desenvolvimento Mineiro e Urmáquinas.

Jacinto Anacleto, dirigente do STIM-Sindicato dos Trabalhadores da Industria Mineira, critica o facto de grande parte dos trabalhadores terem um vencimento mensal de 600 euros, com horários diários de 10 horas. Jacinto Anacleto, aponta ainda o dedo às administrações das três empresas porque até agora têm recusado dialogar com o sindicato que representa os trabalhadores.

A realização da greve foi decidida no plenário geral de trabalhadores das minas, que decorreu no dia 18 de Outubro.

A Direcção da Organização Regional de Beja do Partido Comunista Português informa que João Ramos, deputado do PCP na Assembleia da República, juntamente com outros dirigentes nacionais e locais do Partido, deslocam-se neste sábado a Aljustrel, estando a partir das 07h30 na entrada da Mina de Feitais, prestando a solidariedade para com os trabalhadores em luta nas Minas de Aljustrel - ALMINA.


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