Rui Garrido

O presidente da FAABA explica que devido à seca inicial as sementeiras foram feitas mais tarde, situação que levou a uma quebra nas produções. Acrescentou que as temperaturas elevadas no verão queimaram algumas vinhas e que este ano há menos azeite, fazendo assim, um balanço do que se passou este ano com as chamadas culturas de sequeiro.

Rui Garrido espera que tudo corra pelo melhor em 2019, chamando a atenção para o facto dos campos já estarem a ser semeados.


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