Conservatório Baixo Alentejo

Francisco Duarte, presidente da Câmara Municipal de Castro Verde e do Conselho de Administração, frisou que o objetivo desta nova Direção é abrir o Conservatório à comunidade e contribuir para a formação de públicos e que a criação deste DMP é o primeiro passo para isso mesmo.

Francisco Duarte avançou também, que o CRBA vai continuar com o ensino oficial, o articulado e a educar públicos, uma aposta que já está em marcha. Francisco Duarte deixou claro ainda, que o investimento financeiro foi muito reduzido, porque os tempos são difíceis e que o maior foi o humano, na medida em que a abertura desta nova vertente, assente na linguagem universal que é a música, conseguiu juntar professores e funcionários em prol desta finalidade, que garante a continuidade do funcionamento da instituição, projetando-a e tornando-a uma mais-valia para a comunidade em que se insere.

Mauro Dilema, diretor do CRBA, identificou os cursos que vão ser ministrados e explicou a aposta no cante alentejano.

Guitarra portuguesa, baixo acústico, acordeão, viola campaniça e cante alentejano são os cursos da vertente da música tradicional portuguesa. Voz, guitarra elétrica, baixo elétrico/contrabaixo, saxofone, trompete, piano/teclas e bateria/percussão são os da vertente de música popular do século XX.

Os novos cursos funcionam em regime livre, são lecionados por professores com formação, escolhidos com base na experiência, visam a população em geral, interessada neste tipo de oferta, a partir dos 6 anos de idade, são ministrados em Beja e Castro Verde, que funcionam como centros agregadores das localidades em volta, as inscrições já estão abertas e devem ser feitas no CRBA.


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