O Tribunal Judicial de Beja indeferiu a Providência Cautelar que o Movimento Revolução Branca interpôs contra a candidatura de João Rocha, pela CDU, à presidência da Câmara Municipal de Beja nas próximas eleições autárquicas.

Recorde-se que o Movimento Revolução Branca avançou com providências cautelares em vários locais por entender que algumas candidaturas não obedeciam à lei de limitação de mandatos e que no caso de João Rocha por ter cumprido vários mandatos, entre 1979 e 2012, na Câmara de Serpa estaria impossibilitado de se candidatar em Beja.


Comente esta notícia

Penso que para uma informação esclarecedora, a Voz da Planicie devia ter trazido aqui o despacho do tribunal de Beja para informar os ouvintes que a questão principal relacionada com a Lei do Limite de Mandatos não foi apreciada. O tribunal entendeu que a providência cautelar foi inoportuna e remeteu para o processo eleitoral, que entende ser a altura apropriada para se colocar a questão da legitimidade ou não da candidatura de João Rocha.

Joana Castro

30/11/-0001

Boa tarde caros radialistas A lei é tão clara para certos comentaristas da nossa praça, que me apetece dizer: \"O Tribunal Judicial de Beja é um \"FORA DE LEI\" !!!

julio raimundo

30/11/-0001