ACOS

Esta plataforma tem como principais objetivos "ganhar escala, garantir a segurança comercial e a continuidade da ovinicultura, bem como contribuir para as exportações", refere a nota de imprensa.

Com um período experimental de um ano, o projeto desenvolvido em parceria com a cooperativa espanhola, OVIPORO, pretende "organizar e desenvolver a ovinicultura do sudoeste peninsular, promovendo a evolução técnica e sanitária das explorações em perfeita harmonia com o meio onde se inserem e estabelecer preços à produção de forma objetiva".

Rui Garrido, presidente da ACOS, acrescenta que fazer a concentração de borregos, fazer a engorda e, posteriormente, proceder à sua comercialização é o objetivo desta parceria, garantido os melhores preços e benefícios aos produtores.

De acordo com a direção da ACOS, o arranque deste projeto conta com 26 produtores e, cerca de 15 mil ovelhas. 

Acrescentar valor, reduzir custos de produção, aumentar a qualidade, garantir a segurança alimentar dos consumidores e promover o consumo de carne de borrego de qualidade superior são as metas a atingir com este projeto, que pretende também "permitir a viabilidade económica das exportações de ovinos", assim como a sua permanência nos territórios onde se inserem.

Conceição Silva, engenheira agrónoma e criadora de ovinos de raça campaniça, explica a importância da assinatura deste protocolo.


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