João Pimenta Lopes

João Pimenta Lopes participou, também, num conjunto de iniciativas sob o lema: “Por um Portugal com futuro! Por uma alternativa patriótica e de esquerda!”.

Considerando as questões da mobilidade fundamentais para o desenvolvimento do território, João Pimenta Lopes reuniu-se com a ANA Aeroportos de Portugal, num encontro em que foi discutida a viabilidade do Aeroporto de Beja. A fraca oferta de camas, as indefinições quanto ao transporte de mercadorias e as dificuldades na fixação de mão de obra especializada, por parte das empresas de manutenção foram apontadas como pontos fracos, por parte da ANA, para o Aeroporto de Beja e não a questão das acessibilidades, que seria, contudo, uma mais-valia. Por sua vez, o deputado do PCP no Parlamento Europeu frisou que o Aeroporto de Beja não pode ser visto apenas numa lógica comercial, deixando clara a posição que o seu partido defende de que retirar a gestão pública dos aeroportos não responde da melhor forma aos interesses nacionais. Acrescentou que isto se nota no caso do Aeroporto de Beja cuja viabilidade deveria ser pensada numa lógica de gestão pública.

No encontro com a EDIA foram colocadas em cima da mesa diversas preocupações. Entre elas o futuro da gestão da água, que o PCP defende que se deve manter na esfera pública, o preço da água, a manutenção do seu acesso aos pequenos e médios produtores e o facto, da aposta no alargamento do olival, e amendoal, superintensivo estar a comprometer uma geração de emprego. Para João Pimenta Lopes a riqueza neste tipo de produção fica concentrada e a criação de emprego comprometida, porque a mecanização necessária não exige muita mão de obra. Para além destas questões os impactos ambientais do superintensivo, agora chamado de produção em sebe, deixa sérias reservas ao PCP e o deputado comunista no Parlamento Europeu assegurou que essas preocupações ficaram expressas neste encontro.


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