Na nota de imprensa enviada à nossa redação é frisado que o atual Executivo Municipal resolveu a situação financeira da autarquia e justificada a afirmação com números onde se pode ler: "comparando o início do mandato com a situação atual", que "a dívida a fornecedores passou de 5,5 milhões de euros para menos de 500 mil euros", que "o prazo médio de pagamentos a fornecedores passou de 122 para 60 dias" e que "o endividamento foi reduzido em mais de 8 milhões de euros".

Afirmar Beja era a prioridade, tal como o pagamento de dívidas, da autarquia e da EMAS, recordou o eleito Rodeia Machado, deixando claro que estes objetivos foram alcançados.

O lançamento de projetos, com financiamentos garantidos, o conjunto de obras realizadas e em curso, no concelho, levadas a cabo pela câmara municipal, EMAS e juntas de freguesia não são comparáveis, sob qualquer nível de observação séria e isenta, ao que se verificou nos últimos anos, é referido também, por Rodeia Machado, tal como o aumento da oferta cultural, de lazer e de eventos, a preservação do património e do centro histórico, assim como os protocolos estabelecidos com as freguesias. Trabalho que, de acordo com Rodeia Machado, contribui para dar uma nova centralidade a Beja.

A nota de imprensa chama a atenção ainda, para o facto de se terem feito todos os esforços municipais para apostar no desenvolvimento económico e na captação de investimento, e na luta pelo desenvolvimento do aeroporto, pelas vias rodoviárias e ferroviárias necessárias a uma capital de distrito e justamente reivindicadas pelo povo e desde sempre defendidas pela CDU. 


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