FORTES

Perante notícias que dão conta de uma possível “ruptura” nestas unidades de recepção, o que pode originar um verdadeiro caos ambiental por não haver onde colocar o bagaço de azeitona, leva a associação a criticar a opção que se tem feito na monocultura do olival sem que os organismos responsáveis olhem para o território, para as comunidades e para o necessário reforço dos serviços e equipamentos públicos. Em comunicado é também defendida uma “necessária estratégia a desenvolver de fixação de agro-indústrias amigas do ambiente que possam corresponder aos sub-produtos originados por esta monocultura sem colocar em causa a sustentabilidade económica e ambiental”.

Fátima Mourão, da Associação Amigos das Fortes reforça a ideia de não existir uma estratégia de equilíbrio em torno do sector e do EFMA.

Ainda segundo Fátima Mourão o problema é que as preocupações centram-se nas questões económicas e as populações e o ambiente continuam a  ficar para segundo plano.


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