GNR
A APG lamenta que, ao contrário do que foi assumido pela Ministra, não lhe tenha sido dado conhecimento prévio do documento final e talvez, na sua opinião, agora se perceba porquê, na medida em que não traz praticamente nada de positivo.

Segundo a APG este diploma não é aquele que defendeu e considera que as alterações que aparentemente se irão produzir não defendem os interesses e os direitos dos profissionais da GNR e muito menos reflectem as suas propostas, por isso, merece a sua reprovação inequívoca.

Para a APG o novo documento continua a ser um Estatuto militarista, construído para favorecer as "simpatias pessoais" em detrimento da competência profissional, ao prever que uma grande percentagem das promoções sejam "por escolha".

Ainda de acordo, com a APG, o novo Estatuto vem cortar direitos ao suprimir entre 4 a 6 dias de férias, alegadamente por se pretender uma equiparação com a PSP, estipulando um período de 22 dias úteis aos quais se poderão somar mais três, que dependerão da avaliação de mérito. A APG não aceita esta equiparação, porque, considera que, quando ocorre, é sempre pela negativa, na medida em que se tomou uma posição distinta no que respeita ao "horário de referência", definindo-se um horário de 40 horas para a GNR, quando a PSP cumpre 36 horas semanais.

Finalmente a APG afirma que rejeita liminarmente o novo Estatuto, pois está nos antípodas daquilo que defende, uma Guarda moderna, humanizada, em que prevaleça a competência profissional e o respeito pelos profissionais que a servem.

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