FORTES

No documento é referido que o Conselho de Administração falou sobre o investimento total que a empresa fez de 1 milhão e 200 mil euros, referindo que o mesmo corresponde às necessidades sentidas e anomalias detetadas, estando prevista a sua laboração para breve.

Nesta visita e reunião, entre as partes, foi possível transmitir as preocupações que ao longo de nove anos têm deixado a população descontente e foi entregue um dossier com as análises da Agência Portuguesa do Ambiente e a recomendação aprovada na Assembleia da República por todas as bancadas parlamentares, reforçando a necessidade de ver monitorizado a qualidade do ar por uma entidade no decorrer do início da laboração da queima e da necessária instalação de uma estação permanente nas FORTES, avança, também, o documento.

“Ao fim destes nove anos, e após a constituição legal desta Associação, bem como de todo o trabalho efetuado, foi possível estabelecer um diálogo direto com o Conselho de Administração da AZPO, inclusive com um dos acionistas do grupo MIGASA, havendo o compromisso partilhado de haver uma necessária preocupação com a comunidade das Fortes e o ambiente, cumprindo com a legislação em vigor, procurando encontrar novas tecnologias, havendo igualmente o compromisso de criar uma política de responsabilidade social”, diz, ainda, a Associação.

A Associação termina frisando que “ambas as entidades reafirmaram a sua disponibilidade em colaborar para uma solução que permita a harmonia entre o desenvolvimento sustentado e o crescimento económico, bem como a sua vigilância no presente e no futuro dos impactos que advenham do início da laboração da fábrica”.


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