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Castro e Brito, presidente da ACOS, deixou o alerta relativamente à agricultura e à exploração de gado em extensivo porque, neste capítulo,  as exigências e as restrições do novo quadro comunitário de apoio vão contribuir para a continuação do ciclo vicioso de uma agricultura pobre, com implicações directas na desertificação humana.

Castro e Brito destacou ainda o trabalho da ACOS e lamentou que não seja devidamente reconhecido porque as organizações que estão na capital assumem o principal papel, por vezes em detrimento daqueles que actuam no terreno, junto dos agricultores.

João Rocha, presidente da autarquia de Beja, falou da importância da Ovibeja para a cidade e para a região e aproveitou a presença de Passos Coelho para recordar que há projectos que importa concretizar para fixar as pessoas referindo-se ao Aeroporto, às obras do IP2 e IP8 e à linha ferroviária.

A resposta do 1º ministro, Passos Coelho foi clara, alguns investimentos não foram pensados de forma programada e agora é preciso dar resposta aos mais emergentes. No caso concreto do aeroporto ainda não foi possível encontrar uma solução que o possa rentabilizar.

No balanço de mais uma edição da Ovibeja, Castro e Brito referiu que nunca o certame tinha tido tantos visitantes e expositores bem demonstrativos da consolidação que já foi alcançada.

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