Terras sem Sombra
Segundo José António Falcão, ao longo dos quatro meses em que decorreu o Festival, passaram pela região visitantes não só portugueses, como também estrangeiros, tendo o número de pessoas com interesse neste território, aumentado significativamente.

Sendo a descentralização cultural um objetivo desta iniciativa, verifica-se com sucesso, um melhoramento da qualidade artística e a agregação de duas áreas fulcrais - a do património histórico-cultural e a da promoção dos produtos regionais, que registou, recentemente, o seu auge num encontro gastronómico realizado na Escuela de las Artes, em Madrid.

O Festival do próximo ano já está a ser programado e José António Falcão garantiu que em 2018, a 14ª edição do Terras sem Sombra volta a assentar no binómio: música/património e biodiversidade.

O evento termina contudo, oficialmente, no próximo fim de semana, com a entrega do Prémio Internacional Terras sem Sombra 2017.


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