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No palco do cineteatro, no sábado, 2 de Junho, às 21.30 horas, o agrupamento português de música antiga o Ludovice Ensemble, sob a direção de Fernando Miguel Jalôto, apresenta reportórios dos sécs. XVI-XVIII. Um concerto explicado à Voz da Planície pelo diretor do festival José António Falcão.

Hoje, dominando uma paisagem de extraordinária beleza, a vila-fantasma de Noudar é um local silencioso, onde já não vive ninguém, mas os seus muros contam muitas histórias e a tarde deste sábado, 2 de junho, a partir das 15.00 horas é dedicada ao seu passado e presente, visando a redescoberta do castelo e da povoação (outrora, sede de concelho) existente dentro dos seus muros, abandonada no séc. XIX. O guia é o arqueólogo Miguel Rego. José António Falcão explica o que se pode apreciar na visita deste sábado.

Domingo, dia 3, às 10.00 horas, sob a orientação de Diogo Nascimento, Nuno Santos e José Pedro Salema (engenheiros florestais), João Xavier Matos (geólogo) e José Perdigão (técnico de arqueologia), os músicos e espetadores do Terras sem Sombra, a par de voluntários da região, vão descobrir o património natural único e colaborar na identificação e defesa do Parque de Natureza de Noudar. Um trajeto que José António Falcão convida a fazer.


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