MOLOKS

O primeiro passo já foi dado, em reunião de Câmara, realizada esta semana, com a aprovação do edital do concurso internacional para aquisição de equipamento de limpeza urbana, na área dos resíduos sólidos e de embalagens, condição exigida para a candidatura em causa.

A candidatura tem o valor de cerca de 3,2 milhões de euros e será para executar em três anos.

O Município de Beja tem como objetivos: melhorar o serviço, diminuindo gastos/recursos, a obtenção de ganhos na capacidade de reciclagem, assim como atingir o nível de excelência na limpeza urbana que se deseja.

Com esta candidatura será possível, segundo o vereador Manuel Oliveira, adquirir equipamentos mais modernos, que permitam alcançar os objetivos identificados, na monitorização de moloks, permitindo que a recolha só seja feita naqueles que necessitam, na criação de ilhas, associando a deposição do lixo comum à das embalagens e ter locais de recolha, enterrados, que criam menos impacto visual.

Associada à candidatura vai um projeto piloto, chamado Payt, que permite a utilização de um cartão magnético, que permite ao munícipe pagar a taxa de resíduos que efetivamente produz e abandonar a taxa associada, que é paga hoje, na fatura da água e calculada a partir deste consumo. A utilizar, no início e como experiência, apenas nalguns locais.

Em simultâneo, a autarquia vai envolver a comunidade escolar, como parceiro, num conjunto de ações, a divulgar à medida que forem implementadas, mas que têm como finalidade sensibilizar os mais novos para as questões do ambiente, ou seja na correta deposição de resíduos e na diminuição da sua produção.


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Se for para abranger a cidade toda, concordo, como esta agora, é só para alguns, falo de reciclagem, onde so a parte mais nova da cidade esta bem abrangida pelos contentores, o que acho muito mau. Não é uns terem os contentores a porta e outros terem que percorrer um bom trajeto para fazer corretamente a reciclagem.

Isabel

30/11/-0001