Basílica Real de Castro Verde

No documento é referido que “o autarca de Castro Verde sensibilizou o ministro da Cultura para a dimensão e gravidade do problema e, nesta reunião, foi possível definir em conjunto as linhas gerais de uma estratégia que permita dar uma resposta eficaz ao problema, num trabalho que envolverá, necessariamente, a Paróquia de Castro Verde, a Diocese de Beja, proprietária do edifício e a Direção Regional de Cultura do Alentejo.”

A Câmara Municipal de Castro Verde assume, igualmente, que “o caminho é muito exigente” e que “não vai abdicar de trabalhar para haver uma solução depois de, durante tantos anos, se ter permitido que o monumento mais importante e emblemático do concelho tenha chegado ao ponto a que chegou.” Acrescenta ainda, que “os sucessivos adiamentos nas obras de requalificação da Basílica Real de Castro Verde colocaram em causa a integridade de um dos mais importantes monumentos religiosos do Alentejo, classificado como Imóvel de Interesse Público em 1993.”


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