Saúde bata médico

No documento afirma que “a Câmara foi informada pela Junta de Freguesia no passado dia 13 de junho” e que “o Município apurou que esta médica não foi substituída”. Acrescenta que “a autarquia enviou, no passado dia 19 de junho, um ofício dirigido ao Conselho de Administração da ULSBA, solicitando esclarecimentos, ao qual ainda não teve resposta.”

A Câmara Municipal diz, ainda, que “a situação toma agora maiores proporções devido à aposentação de uma médica e que o problema se tem agravado de uma forma geral com a diminuição do número de trabalhadores, e em particular pela falta de investimento no Serviço Nacional de Saúde (SNS).” As declarações são de Tomé Pires, presidente da autarquia serpense.

O autarca explica que “apesar de não ser da sua competência, a Câmara Municipal tem trabalhado para encontrar soluções de modo a levar o atendimento médico às zonas de menor densidade populacional e de mais difícil acesso. Exemplo deste esforço é a cedência de espaços para o atendimento de utentes em Vales Mortos, Santa Iria e A-do-Pinto e, também, as obras de manutenção em Pias e Serpa.

Tomé Pires realça, ainda, a ideia que é preciso que a região tenha serviços de qualidade e, no caso da saúde, em particular, “não havendo serviços de saúde, além de, em primeiro lugar, não dar respostas aos que cá estão, não é convidativo para que alguns possam regressar e outros escolham o interior do Alentejo para viver”.


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