incendio pasto seco

Os restantes três bombeiros, com ferimentos ligeiros, foram assistidos localmente e encontram-se bem, revela a autarquia castrense acrescentando que deseja “a todos, particularmente aos dois Voluntários de Cuba, as rápidas melhoras”. 

No rescaldo deste incêndio, a Voz da Planície, ouviu o presidente da autarquia de Castro Verde. António José Brito sublinhou que neste momento, “o problema principal” é “a situação complicada em que ficaram os dois bombeiros de Cuba”. 

Segundo o autarca, o incêndio atingiu uma área superior a 2.100 hectares, inteiramente no concelho de Castro Verde, no “coração” da Reserva da Biosfera. 

António José Brito realça que a situação muito grave, que acarreta consequências bastante negativas, no habitat privilegiado da avifauna e nas explorações cerealíferas do concelho, com enormes prejuízos em várias explorações agrícolas que ficaram gravemente atingidas. 

Graças à ação eficaz e muito competente de cerca de 165 operacionais, com o apoio de 60 veículos, o fogo foi dominado às 02h22 desta terça-feira, dia 14, ressalta a autarquia castrense. 

A estes operacionais, particularmente aos Bombeiros Voluntários de Castro Verde e a todas as restantes corporações presentes, mas também à GNR, INEM, Cruz Vermelha e Proteção Civil de Castro Verde, bem como às demais entidades e dezenas de cidadãos que ajudaram a combater o incêndio, o Município de Castro Verde agradece publicamente todo o importante e intenso trabalho desenvolvido.

Face a esta situação, a Câmara Municipal revela que irá acompanhar, com a maior proximidade, a evolução de todo quadro de consequências, em conjunto com a Associação de Agricultores do Campo Branco e a LPN – Liga para a Proteção da Natureza, de modo a criar as melhores soluções para minimizar os graves prejuízos agora sofridos.


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