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Recorde-se que as origens do Dia Internacional da Mulher chegam a 1857. A 8 de março um grupo de trabalhadoras da indústria têxtil organizou uma marcha em Nova Iorque para exigir melhores condições de trabalho, a jornada diária reduzida para 10 horas e direitos iguais para homens e mulheres. Cinquenta e um anos depois, a 8 de março de 1908, um outro grupo de trabalhadoras em Nova Iorque escolheu a data para avançar para uma greve, homenageando as antecessoras. Queriam o fim do trabalho infantil e o direito de votar.

Esta é uma data que é celebrada em Beja, e um pouco por todo o distrito, com diversas iniciativas.

Na capital de distrito, as comemorações são da responsabilidade da Rede Social, em parceria com a Universidade Sénior da cidade e consistem na realização, às 15.30 horas, de uma palestra, no auditório da Biblioteca Municipal, com o nome: “D. Beatriz, Infanta e Duquesa – Uma mulher na história de Beja”.

Em Beja, a Associação de Reformados da cidade também comemora a data, com um almoço, que tem como finalidade lembrar a luta pela emancipação da mulher e afirmar a atualidade e a justeza das reivindicações de hoje, entre elas os baixos salários e outras desigualdades que ainda permanecem.

Nesta data, a Guarda Nacional Republicana (GNR) distribui, em todo o território nacional, marcadores de livros alusivos à prevenção de comportamentos violentos contra a mulher. Esta iniciativa, desenvolvida numa parceria com a Associação Corações com Coroa, fundada e presidida por Catarina Furtado, embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), que visa consciencializar o maior número de pessoas para a igualdade de género, através da promoção de uma cultura de não-violência, potenciando desta forma a segurança efetiva e o sentimento de segurança das mulheres.


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