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No Centro de Trabalho de Beja do PCP foi apresentado, em conferência de imprensa, o Compromisso Eleitoral com o Distrito de Beja.

Um compromisso que assenta em três pilares fundamentais, desenvolvimento económico e criação de emprego com direitos, promoção do bem-estar e da qualidade de vida das populações e valorização do território, apoio ao poder local e às instituições como afirma João Ramos, deputado e cabeça de lista da CDU por Beja.

No primeiro pilar é defendido, entre outras propostas, a retoma do modelo de gestão pública do Aeroporto de Beja, com a participação das instituições representativas da região, aproveitamento dos recursos mineiros assente na sua transformação/valorização na região, desenvolvimento de uma política agrícola e pecuária, que tenha como base a realização de uma reforma agrária, a construção e melhoria das principais acessibilidades do distrito com destaque para o IP2 e IP8, assim como a modernização da rede ferroviária incluindo a sua electrificação e a ligação directa entre Beja e Lisboa e a alteração do modelo de implementação do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva por forma a contribuir para o desenvolvimento da região e do País, sublinhando-se a necessidade imperiosa de elaboração de um Plano Estratégico de Desenvolvimento para a área de influência de Alqueva.

No segundo pilar destaque para a garantia de valências e serviços de qualidade no Hospital José Joaquim Fernandes, de Beja, e na área de influência da ULSBA e reversão do Hospital de Serpa para o SNS, a adopção de políticas que garantam a fixação de jovens na região, promovendo emprego estável e com direitos e salários dignos, assim como, o correcto tratamento dos imigrantes, privilegiando a sua integração e que valorize o seu contributo enquanto trabalhadores com direitos laborais, sociais e culturais.

No terceiro e último pilar é apontada a promoção de uma política de desenvolvimento regional que combata as assimetrias, a desertificação e o despovoamento, valorização do Instituto Politécnico de Beja e do CEBAL, criação e instituição da região administrativa do Alentejo, sem uma capital, com carácter polinucleado e baseada na transferência de competências e meios da administração central, reposição das freguesias extintas e o reforço da capacidade de intervenção e de meios do Poder Local, nomeadamente através da aplicação adequada dos fundos comunitários para o período 2014-2020.


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