Terreno Tribunal

Tal como a ministra da Justiça referiu, o PS/Beja também considera que, a construção de raiz deste equipamento é a solução mais adequada e a única que realmente resolve o problema das instalações do Ministério da Justiça na capital de distrito, daí que quer na Câmara, quer na Assembleia Municipal, os eleitos socialistas tenham votado em bloco, a favor da minuta de protocolo com as condições de edificação da nova estrutura, frisou, em declarações à Voz da Planície o presidente da Concelhia do PS. Paulo Arsénio afirmou mesmo que, esta "é a melhor e única opção possível" e a que responde de forma digna às necessidades do poder judicial.

Sobre as dúvidas levantadas pelo deputado do PS, eleito por Beja, Pedro do Carmo, relativamente à possibilidade de serem utilizados os edifícios do Governo Civil e Banco de Portugal, para o novo Palácio da Justiça, Paulo Arsénio respondeu que essa solução significaria "tapar o pescoço, destapando os pés" e acrescentou que a construção de um edifício de raiz valoriza Beja e o Baixo Alentejo.

O PS/Beja regista também, com satisfação a inversão da política do atual Executivo face ao anterior governo, na forma como olha para a necessidade de dotar o serviço público de melhores condições e de como se propõe investir em regiões do interior, bastante mais desertificadas, provando que as pessoas contam como tal e não apenas como meros números para estatísticas.

No final o PS avançou que acompanhará com expetativa o desenvolvimento do projeto, esperando que o mesmo não sofra atrasos quer ao nível de planeamento, quer da execução, dotando a cidade de Beja e consequentemente o Baixo Alentejo, já a partir de 2020, de instalações de referência em termos de Justiça, provando-se assim, que viver no interior do país não tem de ser uma fatalidade.


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