João Dias Coelho

Os comunistas afirmam que registam com preocupação, o carácter generalista do conjunto de decisões do governo minoritário do PS, como as que decorrem do PNPOT-Plano Nacional da Política de Ordenamento do Território e do PNCT-Programa Nacional para a Coesão Territorial e das recentes medidas para a nova versão do PVI-Programa de Valorização do Interior. Ainda de acordo com o PCP a estas três peças, acrescentam-se as opções tomadas no quadro da “reprogramação” do PT2020 e da preparação da programação do PT2030.

Para a DRA do PCP, o governo ao mesmo tempo que fala em coesão territorial, continua a fechar ou a degradar o funcionamento de serviços públicos, na educação, na saúde, no serviço de correio, na justiça e segurança dos cidadãos. Nesse sentido e para além da “bota não bater com a perdigota” quer o PNCT, quer o PVI, são, de acordo com o PCP, uma mão cheia de nada, ignorando necessidades prementes e urgentes para a região, como afirma, João Dias Coelho, da DRA do PCP.

O PCP alerta ainda para o facto de para além do “foguetório mediático, do oportunismo e contradições que atravessam diversos sectores do PS”, quer no plano local, regional e nacional, a região e o país precisam, que se potenciem infraestruturas existentes como o Aeroporto de Beja e reforça a reivindicação em torno da modernização e electrificação da rede ferroviária e do respectivo material circulante de forma a garantir ligações rápidas e confortáveis, no acabamento de obras e no lançamento de outras na rede rodoviária. João Dias Coelho considera no entanto que têm, décadas e décadas, as políticas que têm condenado o interior do País ao esquecimento.

Finalmente o Executivo da DRA do PCP, insiste na necessidade da construção da 2ª fase do Hospital de Beja que tem vindo a ser sucessivamente adiada, na construção do Hospital Central Público do Alentejo e das infraestruturas necessárias, mantendo e reforçando as valências em cada uma das unidades de saúde nas 4 sub-regiões, na melhoria e reforço dos cuidados primários de saúde e da rede de cuidados paliativos e continuados, e no aumento do número de profissionais no Serviço Nacional de Saúde na região.







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