paulo arsénio festival

O nome “B” surge a partir de quatro vertentes, Beja, Baixo Alentejo, Bi-anual e Bi-temático e este é um evento que se dedica à celebração e promoção dos patrimónios imaterias da humanidade: o Cante, o Fado e a Gastronomia Mediterrânica.

Os concertos, que vão decorrer ao longo dos 3 dias, contam com a participação de cerca de 40 artistas que desenvolveram, propositadamente, para o Festival B, 25 espetáculos de fusão, que unem o fado e o cante entre si e, também, com outros ritmos e sonoridades musicais.

A iniciativa decorrerá, em quatro palcos situados em zonas do centro histórico, nomeadamente, no Museu do Sembrano, no Museu Regional, na Torre de Menagem e na Igreja da Misericórdia, todas elas zonas consideradas como património edificado da cidade, tal como explica Paulo Arsénio, presidente do município de Beja.

O autarca explicou ainda que o Festival B é um projeto bi-temático, delineado para 4 anos, sendo que nos anos pares, ou seja, 2018 e 2020, o foco da iniciativa vai para a reunião do cante, fado e petiscos, enquanto que nos anos ímpares, 2019 e 2021, se celebra o amor e Mariana Alcoforado.

Paulo Ribeiro, diretor artístico do Festival B, afirma que o evento é inovador, no sentido em que, valoriza a nossa cultura, a nossa identidade e, ainda, o fado e o cante, que juntam os artistas, em residências artísticas.

Entre os vários artistas que participam na iniciativa, destaca-se a abertura dos espetáculos, a 22 de junho, feita pelo projeto do cante nas escolas e, também, Cuca Roseta com os Os Vocalistas. No dia 23, sobem ao palco Nancy Vieira e António Caixeiro e Ricardo Ribeiro acompanhado pelos Ganhões de Castro Verde. No último dia, 24 de junho, o destaque vai para Katia Guerreiro e Bafos de Baco.

Recorde-se que a apresentação do evento é feita, igualmente, nesta sexta-feira, na BTL, no espaço de Beja, integrado no da ERT Alentejo/Ribatejo, às 18.00 horas.


Comente esta notícia

Galeria de fotos