LUÍS DARGENT FOTOGRAFIA

Declarações proferidas pelo presidente da Distrital de Beja do CDS-PP, em entrevista ao "Preto no Branco", fazendo votos para que o novo Executivo de maioria CDU, que toma posse na próxima quinta-feira, consiga, em conjunto com todos e deixando para trás disputas políticas, contribuir para um consenso que atraia investimento e desenvolvimento para um concelho que neste momento tem no Alqueva e em tudo o que lhe diz respeito, especialmente no regadio, uma janela de oportunidades.

Neste "Preto no Branco", Luís Dargent analisou também os resultados das autárquicas 2013, dizendo que em termos de campanha, e a nível distrital, a coligação PSD/CDS-PP conseguiu antes do acto eleitoral uma excelente aceitação, que depois não se verificou em votos, ficando aquém do desejado, fruto em parte da política nacional.

No caso do concelho de Beja, Luís Dargent é da opinião de que o eleitorado da coligação se dividiu entre os que não queriam Pulido Valente na autarquia, os que não desejavam o regresso da CDU ao poder e o candidato João Pedro Caeiro, levando à votação que PSD e CDS-PP tiveram, que não chegou para a eleição de um vereador, por não ter conseguido também mobilizar o eleitorado de direita, descontente com o Governo, para o voto.

A votação expressiva na CDU, para a autarquia, Assembleia Municipal, freguesias urbanas e rurais ficou a dever-se, na opinião de Luís Dargent, ao descontentamento com o mandato de Pulido valente, onde muito tarde se começou a ver obra, às provas dadas por João Rocha em Serpa, à forte abstenção e à penalização que o eleitorado quis dar aos partidos da troika.

Luís Dargent revelou que a Distrital de Beja do CDS-PP vai a votos no final deste ano, que ainda não sabe se vai ser, ou não, candidato e que vai estar disponível, na qualidade de deputado municipal, eleito pela coligação, para colaborar no que for melhor para o concelho.


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