luta professores

Manuel Nobre começa por caracterizar 2018 como um ano intenso, marcado por lutas e pela insatisfação dos professores, que “depositaram muitas esperanças”, quando o Governo tomou funções e anunciou a inversão de políticas que vinham a preocupar o sistema educativo até então.

Apesar de se terem verificado “alguns avanços” no início da legislatura, Manuel Nobre define algumas questões como “um fracasso deste Governo”, entre as quais, a precariedade, o combate às desigualdades, os horários sobrecarregados dos professores, a aposentação tardia, a recuperação do tempo de serviço e a municipalização da educação.

No campo do Ensino Superior, Manuel Nobre recordou que o panorama não é diferente, uma vez que, cerca de 50% dos investigadores e docentes do Ensino Superior público são precários, acrescentando que os constrangimentos às carreiras destes profissionais continuam a marcar passo.

Quanto a perspetivas para 2019, o presidente do SPZS frisa que “o ano vai ser de lutas intensas, por culpa do Governo, ao adiar, eternamente, a resolução dos problemas existentes”. Continua dizendo que “estamos perante um Governo que no final da legislatura está a jogar por terra toda aquela esperança que os professores tinham” e, nesse sentido, a luta vai ser intensificada.


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