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Os estudantes exigem mais professores e funcionários, mais qualidade nas cantinas, mais materiais nas escolas, redução da carga horária e melhores transportes públicos, afirma José Matos, em representação dos alunos de Beja, frisando que é fundamental sair à rua nesta altura, em que está a ser discutido o OE 2017, para pedir mais investimento na escola pública.

No documento enviado à Voz da Planície, pelos alunos de Beja, é referido que "apesar das importantes vitórias alcançadas", ainda existem questões por resolver e em Beja apontam as obras que urgem fazer "na Escola Santiago Maior, Santa Maria e Mário Beirão".

Os alunos de Beja exigem, igualmente "mais financiamento" e "investimentos nos cursos profissionais que estão a decorrer nas escolas básicas do concelho", dizendo que na de "Santiago Maior há cursos sem materiais para realizar as aulas".

Querem, igualmente, o pagamento dos subsídios nos cursos profissionais, o fim dos exames nacionais e concretização da avaliação contínua, a contratação de mais professores e funcionários, cantinas públicas com qualidade, mais condições materiais para as escolas, identificando "como por exemplo o curso de Artes no Liceu Diogo Gouveia, em que os estudantes tem que suportar os custos dos materiais artísticos para realizar as aulas", assim como a redução da carga horária, "nos cursos da Escola Profissional Bento Jesus Caraça" e mais e melhores transportes públicos no concelho.

"Os estudantes de Moura na Rua!" garantem que hoje marcam presença nesta manifestação, referindo, em nota de imprensa, que "apesar do esforço realizado pela Câmara Municipal, para ajudar a colmatar os problemas instalados é necessário ir mais longe e colocar a questão no Ministério da Educação". "A falta de funcionários e a falta de água quente nos balneários da Escola de Moura" são as reivindicações específicas destes alunos que saem hoje à rua para apoiar, igualmente, as outras carências, que dizem ser "transversais a muitas escolas do país".


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