Seca

De acordo com a FAABA, o sector pecuário é dos mais afetados, uma vez que os produtores se deparam não só com a “escassez de água para abeberamento dos animais”, como também, devido à falta de pastagens naturais, veem “as reservas de palha e feno para o gado” a esgotarem-se. Esta situação têm levado “ao aumento exponencial das despesas por parte dos produtores pecuários”, sendo que, alguns deles, já se desfizeram de parte do seu efetivo.

Perante este quadro, os agricultores alentejanos pedem uma ajuda de carácter excepcional, junto do Ministro da Agricultura, dirigida, em particular, aos produtores do sector pecuário, tal como explica Rui Garrido, presidente da FAABA.

No campo do regadio a seca prolongada e extrema teve também repercussões, nomeadamente, no aumento das despesas com o consumo de água e energia, situação que veio a comprometer “a qualidade e a quantidade da produção”.

Neste quadro, a direção da FAABA considera que se mantêm atuais as propostas, anteriormente, apresentadas contudo, reclama junto do Ministério da Agricultura a adopção de medidas de carácter excepcional. Rui Garrido esclarece que medidas são essas. 


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