José Núncio presidente FENAREG

Na nota de imprensa enviada à nossa redação é referido que “num momento em que decorrem as negociações das propostas de reforma da PAC e do respetivo orçamento, os países do Sul da Europa devem concertar posições para defender apoios ao investimento no regadio e na modernização das infraestruturas de rega, essencial ao uso eficiente da água na agricultura."

A FENAREG diz, também, que ouviu diversos especialistas sobre o tema do regadio, no âmbito da reforma da PAC, durante o I Congresso Ibérico do Milho, em Lisboa, realizado nos passados dias 13 e 14, evento onde José Núncio, presidente da Federação Nacional de Regantes de Portugal, foi moderador do painel “Alterações climáticas: como nos adaptamos a esta realidade”, na qualidade de presidente da associação Irrigants d’Europe.

Naquele evento ficou “desmistificado o alarmismo criado à volta da descarbonização na agricultura até 2050” e reiterado que “o regadio no Sul da Europa conheceu grandes avanços na poupança de água e energia, nos últimos anos, e deve continuar a ser alvo de políticas e investimento público que permitam maximizar a sua eficiência e minimizar a pegada de carbono.”

Ficou claro, ainda, afirma igualmente a FENAREG, que “o regadio é essencial para assegurar a produção de alimentos no contexto de alterações climáticas, e de crescimento exponencial da população mundial e que a modernização dos regadios é uma questão central para o uso eficiente da água e deve ser uma prioridade na PAC pós 2020.”


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