democracia escolas

A FENPROF afirma que a gestão democrática das escolas é fundamental para o exercício de uma verdadeira autonomia, para a prevalência do interesse pedagógico sobre qualquer outro, para promover a participação de todos na vida das escolas e considera que desde 2008 que a gestão das escolas perdeu os últimos laivos de democracia, com a substituição do órgão de gestão colegial por um unipessoal, ao substituir eleição desse órgão pela escolha do director por um pequeno grupo de intervenientes, ao desvalorizar o Conselho Pedagógico, bem como as estruturas intermédias de gestão das escolas, esvaziando-o de competências de decisão.

Para a FENPROF essas modificações destinaram-se a, paradoxalmente, em nome de uma suposta autonomia, permitir um controlo ainda mais apertado e próximo por parte do aparelho central do Ministério da Educação.

Manuel Nobre, presidente do SPZS, estrutura afecta à FENPROF, afirma que o actual modelo sempre foi contestado, porque não é um modelo democrático.

Ainda segundo Manuel Nobre, a partir de hoje, vão ser consultados, sobre esta matéria, professores e educadores, nos diversos estabelecimentos de ensino.


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