Nesta conversa Paulo Monteiro faz um balanço positivo das várias edições de um Festival que coloca anualmente o nome de Beja no mapa mundial da Banda Desenhada, com indicações ao evento em países como o Japão e a Itália. Este é um Festival, frisou Paulo Monteiro, que junta autores de BD conhecidos e desconhecidos e que se distingue pela informalidade como recebe os criadores no primeiro fim de semana de realização. Neste contexto, o mentor da iniciativa deixou claro que 14 edições depois pode dizer-se que está encontrado o modelo ideal para o Festival e que é este que se pretende seguir.

Paulo Monteiro fala ainda, nesta entrevista, entre outros assuntos sobre o regresso do Festival à Casa da Cultura de Beja, local onde começou e sobre o Museu de Banda Desenhada da cidade, que já tem várias pranchas oferecidas, e de autores famosos, mas que não será uma realidade neste mandato.

A entrevista a Paulo Monteiro passa esta tarde, às 18.00 horas, na Voz da Planície e está disponível na edição desta semana do Diário do Alentejo.


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