José António Falcão

O programa do TSS, em Beja, arranca na tarde de sábado, dia 6 de abril, pelas 15.00 horas, com a atividade dedicada ao Património Cultural, intitulada “ A Cidade da Água: Chafarizes, Fontes e Poços Históricos de Beja”.

Esta ação, que conta com a colaboração da EMAS, visa fazer um périplo a pé pela cidade, com o objetivo de apresentar os locais públicos de abastecimento de água, dando a conhecer a importância deste bem para a comunidade humana e para a natureza. As declarações são de José António Falcão, diretor-geral do Festival Terras sem Sombra.

Quanto à programação musical, o evento - que conta este ano com os EUA como país convidado - tem agendado para a noite de sábado, na Igreja do Convento de São Francisco, em Beja, “um concerto de referência”, da autoria de um agrupamento oriundo de S.Francisco (Califórnia), que José António Falcão define como um dos melhores emsembles da atualidade, os “The Delphi Trio”.

A salvaguarda da biodiversidade é um dos selos do Terras sem Sombras e, nesse sentido, é na manhã de domingo, dia 7, que vai decorrer a atividade “Pela Rota dos Pastores: As Canadas Reais”, no agroturismo Xistos.

Uma ação, que conta com a colaboração da ACOS, e que pretende recriar a Rota da Transumância, uma prática ancestral que, com a aproximação do Verão, levava os pastores do Baixo Alentejo, a subirem à Serra da Estrela ou, então, a deslocarem-se para o interior de Espanha (Meseta Ibérica), na procura das melhores pastagens e, com a aproximação do Inverno, a fazerem a viagem no sentido inverso.

O Festival Terras sem Sombra 2019 teve início a 26 de janeiro, em Vila de Frades (Vidigueira), e prolonga-se até ao dia 7 de julho, passando, ainda, por Elvas, Cuba, Ferreira do Alentejo, São Martinho das Amoreiras (Odemira), Barrancos, Santiago do Cacém e Sines. A 19 de outubro realiza-se a cerimónia de entrega do Prémio Internacional Terras sem Sombra 2019. 


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