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O programa propõe um momento único que invoca a descoberta das tradições ancestrais do ciclo da lã, uma visita guiada pelas ruas e caminhos da vila e uma ópera em versão concerto que apela à reflexão sobre a sociedade actual.

As iniciativas começam no sábado, às 14.30 horas, com uma visita ao centro histórico de Castro Verde, à noite, a partir das 21.30 horas, a Basílica Real de Nossa Senhora da Conceição recebe uma ópera em versão de concerto. O Castelo de Barba-Azul, com solistas da Ópera Nacional da Hungria.

No domingo, às 10.00 horas, a proposta é uma viagem pelo ciclo da lã. A zona de Castro Verde integra o Campo Branco, um território terminal da rota da transumância dos grandes rebanhos da Mesta. Nesta actividade vai ser possível apanhar e tosquiar com ovelhas e armar a lã segundo o método tradicional, com a ajuda de antigos pastores, o ciclo da lã, vai ser cumprido até à produção de mantas no recém inaugurado pólo do Lombador do Museu da Ruralidade, dedicado à tecelagem. O passeio termina com um almoço de sopas dos pastores.

Um programa "recheado" que já foi apresentado à Voz da Planície por José António Falcão, director do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja.

O Festival Terras Sem Sombra, com entradas gratuitas, é organizado pela Pedra Angular-Associação dos Amigos do Património da Diocese de Beja e pelo Departamento do Património Histórico e Artístico desta Diocese. O evento prolonga-se até ao dia 2 de Julho, sob o título "Do Espiritual na Arte Identidades e Práticas Musicais na Europa dos Séculos XVI-XX".

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