sala de aula

A estrutura sindical, afecta à CGTP, exige aumentos salariais para todos os trabalhadores, bem como a integração dos funcionários a tempo total e parcial que cumprem funções necessárias ao funcionamento das escolas e a criação de uma carreira específica.

Segundo os sindicalistas, as contratações anunciadas recentemente pelo ministério da Educação, não resolvem o problema das escolas e exigem a abertura de concurso para, no mínimo, 3.067 trabalhadores, garantindo a entrada de 1.067 novos e de 2.500 que já estão em funções. É ainda considerado que, a portaria que define os rácios de funcionários por escola está a ser cumprida com recurso a “tempos parciais”.

Outra questão em cima da mesa, é o nível etário dos trabalhadores das escolas, que é “muito elevado”, o que potencia a doença e as baixas médicas, por isso, é defendida “uma revisão da idade da reforma” e a constituição de uma bolsa de trabalhadores para substituição através de contratos a termo certo, com base na lei geral do trabalho em funções públicas.







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