greve função publica
Um protesto que surge, segundo a estrutura sindical, porque é preciso promover o aumento geral dos salários, descongelar as progressões, promoções e a valorização das carreiras, reforçar urgentemente o pessoal e as 35 horas semanais para todos os trabalhadores. A greve surge também para dizer não à precariedade na função pública e não à municipalização.

Para a  Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais chegou a hora deste Governo mostrar que quer uma administração pública ao serviço do povo e do país e trabalhadores com condições dignas de vida e de trabalho.

Quanto à adesão que a greve, de hoje, pode ter a Federação afirma que as maiores participações costumam ser dos sectores da saúde e educação, mas o sentimento que existe é comum a todos os 350 mil funcionários da administração central.

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