hungria

A edição de 2018 tem a Hungria como país convidado, por isso, uma delegação com cerca de 100 pessoas, incluindo o grupo coral "Cantadores do Desassossego", viajou até à capital húngara para promover o potencial artístico, natural e económico do Alentejo.

José António Falcão, director do Terras sem Sombra, faz um balanço extraordinário desta iniciativa que promoveu, durante três dias, o Festival deste ano e o Alentejo como destino de arte e natureza.

A delegação integrou um grupo de autarcas do Alentejo, Paulo Arsénio, presidente da Câmara Municipal de Beja, destaca a qualidade e a excelência do Festival, assim como, as vantagens deste concelho fazer parte do projecto.

Em 2018, o Festival regressa ao concelho de Vidigueira, depois de uns anos de interregno. Rui Raposo, presidente da Câmara Municipal de Vidigueira, salienta este regresso e o facto desta edição do Terras Sem Sombras "arrancar" no seu concelho.

Odemira, é outro concelho que recebe o Festival Terras Sem Sombra, o presidente do município, também integrou a delegação que esteve na Hungria. José Alberto Guerreiro, revela a expressão "forte" que o evento tem no concelho, em diversas componentes.

Nuno Mascarenhas, presidente da Câmara Municipal de Sines, afirma que há uma aposta forte na cultura e que a participação no Terras Sem Sombra reveste-se de extrema importância.

Álvaro Beijinha, presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, destacou a forma como o festival promove o território do Alentejo e os contactos, nas áreas da cultura e do setor empresarial, assim como político, que foi possível estabelecer nesta deslocação a Budapeste.


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