João Paulo Trindade

A secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, e o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, alinharam pelo mesmo diapasão ao defenderem o fim das propinas, num horizonte a médio prazo, de 10 anos.

As propinas têm assumido grande protagonismo nas contas das instituições do ensino superior, renderam às universidades e aos politécnicos públicos 330,1 milhões de euros em 2017, sendo que a contribuição dos alunos para as receitas destas instituições tem vindo a crescer nos últimos dez anos.

João Paulo Trindade, presidente do Instituto Politécnico de Beja, afirma que é um desafio exigente e considera que se essa “intenção” se concretizar vai ter implicações financeiras nas instituições de ensino.





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Muito bem! Ao não ter uma atitude afim ao fácil «politicamente correcto», a posição do Presidente do IPB é inequivocamente prudente, realista e protectora dos interesses da organização que dirige. Importa manter a prudência sobre a realidade económico-financeira das instituições de ensino superior (universitário e politécnico). Parabéns!

Manuel Barroso

10/01/2019